Águas Claras Engenharia: Estações de Tratamento de Água e Esgoto

Estação de Tratamento de Efluentes para Abatedouros e Frigoríficos

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Estação de Tratamento de Efluentes para Laticínios

Como funciona uma Estação de Tratamento de Efluentes para Abatedouros e Frigoríficos

Na Estação de Tratamento de Efluentes para Abatedouros e Frigoríficos da Águas Claras Engenharia, os efluentes industriais serão direcionados, por gravidade, para um sistema de retenção dos sólidos grosseiros (peneira estática), seguindo para um equalizador e bombeado para o sistema de flotação.

O efluente, após passar pelo flotador, seguirá para um tanque pulmão. Do tanque pulmão irá para o tratamento primário, constituído por reatores UASB de manta de lodo, instalados para operar em paralelo.

No canal de alimentação dos reatores, será instalada uma tubulação de retorno para o equalizador, permitindo o ajuste da vazão de alimentação dos reatores. Será dosado, também na entrada do reator anaeróbio, um coagulante orgânico através de dosadora com separação gravitacional de sólidos, e com compartimentos de digestão e adensamento do lodo orgânico. O efluente segue, então, para o reator de lodo ativado com remoção de nutrientes (Processo A2/O phoredox de 3 estágios).

No compartimento aeróbio do reator, o líquido sobrenadante será coletado. Uma parte deste líquido será dirigida para o decantador secundário, que irá separar os sólidos sedimentáveis.  Outra parte seguirá para o compartimento anóxico, localizado no setor intermediário entre os compartimentos anaeróbio e aeróbio.

No decantador secundário, uma parte do lodo biológico decantado será dirigida para o compartimento anaeróbio localizado no início do reator.  Outra parte seguirá para descarte no equalizador, que será submetido aos processos de digestão e adensamento.

O sobrenadante do decantador secundário será dirigido para o tanque de contato para desinfecção, após passar pelo clorador de linha para dosagem de cloro e, finalmente, para o descarte.

Todo o descarte de lodo gerado no sistema será, por fim, direcionado para o adensador de lodo e logo após será encaminhado ao decanter centrifugo. O lodo seco será encaminhado para um aterro industrial.

Vantagens da Estação de Tratamento de Efluentes para Abatedouros e Frigoríficos

  • Atende integralmente as normas ambientais vigentes, como o CONAMA 430;
  • Baixa requisição de área para implantação;
  • Alta eficiência de tratamento;
  • Facilidade de operação;
  • Sistema compacto e modular;
  • Baixo consumo de energia;
  • Baixo custo com produtos químicos;
  • Processo automatizado;
  • Fácil operação e controle;
  • Ausência de odor;
  • Economia de espaço;
  • Todo o equipamento em PRFV;
  • Pintura epóxi;
  • Plataforma de apoio;

Flexibilidade: por ser fornecido de forma modular, podem ser incorporados novos equipamentos, a fim de aumentar ainda mais a capacidade de tratamento, ou mesmo ser realocados parcial ou totalmente para outros locais;

Segurança: os equipamentos construídos em fibra de vidro reforçados dão a certeza de uma completa estanqueidade e impermeabilização, sem risco de vazamentos e infiltrações no solo, evitando assim a formação de passivos ambientais;

Agilidade: os equipamentos saem de fábrica pronto para serem instalados, de forma fácil, rápida e econômica;

Estética: são totalmente fechados e de formas agradáveis. Possuem eficiente controle de possíveis odores originados na ETE;

Eficiência: o Sistema de difusão de ar, fornecido com o conjunto, confere ao sistema maior rendimento e aproveitamento na troca de oxigênio. O sistema de aeração por ar difuso tem alta durabilidade e, principalmente, não permite deposições, incrustações ou entupimentos, mesmo em severas condições de trabalho.

FAQ – Tratamento de Efluentes Industriais

1. O que é uma estação de tratamento de efluentes industriais e por que é necessária?

Uma Estação de Tratamento de Efluentes Industriais é o sistema responsável por tratar a água residual gerada nos processos produtivos, removendo contaminantes físicos, químicos e biológicos antes do seu descarte ou reuso. É necessária porque os efluentes industriais podem conter substâncias tóxicas, metais pesados e compostos orgânicos que, se lançados sem tratamento, causam poluição, danos à vida aquática e riscos à saúde humana. A ETE Industrial garante o cumprimento das normas ambientais, evitando multas e sanções e redução dos impactos ambientais.

Estação de Tratamento de Efluentes Industriais (ETE) remove poluentes por processos físicos, químicos e biológicos, englobando pré-tratamento, tratamento primário, secundário e, quando necessário, terciário. Utiliza operações como gradeamento, peneiramento, sedimentação, flotação, filtração, coagulação, floculação, neutralização, oxidação, adsorção e biodegradação em sistemas como lagoas, reatores anaeróbios, lodos ativados. O lodo gerado no sistema de tratamento deve ser encaminhado para unidades de desidratação, como adensadores, prensas ou filtros prensa, visando reduzir o teor de água e facilitar o transporte e a destinação final ambientalmente adequada.

A ETE doméstica trata esgoto residencial, removendo matéria orgânica, nutrientes e microrganismos, enquanto a Estação de Tratamento de Efluentes Industriais trata efluentes de processos produtivos que podem conter produtos químicos e metais pesados, exigindo tratamentos mais complexos para atender às normas ambientais.

No Brasil, a estação de tratamento de efluentes industriais são regulamentadas pela Resolução CONAMA 430/2011, normas da ABNT e legislações estaduais e municipais, que definem limites de poluentes e exigências de licenciamento ambiental.

Para escolher a estação de tratamento de efluentes industriais ideal, é preciso considerar a composição e o volume do efluente, os limites legais de descarte, o tipo de tratamento adequado, a infraestrutura disponível e a viabilidade econômica. A definição da tecnologia deve ser feita a partir de análises laboratoriais e projeto personalizado.

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